quinta-feira, 15 de maio de 2014

“Hospedeira matreira”



Anda entre nós dividida entre dois mundo
Esta tão viva na morte como  viva na vida
Anda de lar em lar pilhando sorrisos
Vagueia de lugar a lugar ceifando vida
Nos visita e convida numa viagem só de ida
Dança ao som do meu e teu choro
Se banha no rio do teu pranto
Te consola saber que não é desta a tua vez ainda
Porquê me vestes de luto ó morte
Sou eu que edifico o destino e a sorte
Te apressas a levar-nos a galope
Não medes idade não distingues género
Não vês cor nem raça só pensas em número

Insaciável abrevia a vida e eterniza a morte

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