segunda-feira, 4 de março de 2013

“TEMPESTADE”

Não me deixo levar pelo vento
É pelo tormento o meu lamento
Trago em mente o último sol que brilhou ardente
Nos brozeava ee acariciava levemente
Ainda sobra o que surgiu daquele de repente
Que nem o arco ires se atreviu atravessar o céu
Foi tão grande a tempestade que o monte derreteu
Serpenteou na terra rasgos
Sentenciou morte e com lagrimas fez lagos
Despiu o verde dos campos lavrados a suor de enchada
Deixou-nos famintos, inundou nossas casas deixando-nos na calçada
Pedi que parasse, pedi que não os levasse
Pedi que não os matasse, teimaste
Curvei-me a ti e fiz preces
Banhe sim a terra
Dai-nos sustento e não nos faça guerra.

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