Passa o tempo sem parar nem esperar
A caminhar para o infinito diz para avançar
Grande o universo nosso berço
Para tão curta vida de morte sem regresso
Emociona o surgir da vida nos ventres
Impressiona a morte rugir em busca de nossos entes
Como rio que desce e nuvem que passa marchando
Passam os gostos do bem e mau momento
O hoje, o ontem que vivemos
Vai ser história para os que aqui ficarem tentando
Cai chuva e banha a alma, arde sol incendeia paixões
Despara sangue fervente do coração, sorrimos, choramos, saltamos,
Brincamos, amamos, sentimos que ainda há vida é só descobrir do tempo
O lençol
Cansados com o peso da idade
É chegado o inevitavel m há que se dar de volta o sopro de vida emprestada e ai não
Há espaço para vaidade
Por medo, emoção ou imcompreensão no instante, todos charam até os que nos são
Distantes.
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